Hospital irlandês rastreia amostras de pacientes

      Neste ano, o St. James’s Hospital, de Dublin, Irlanda, começou a usar a tecnologia RFID EPC da GS1 para rastrear as amostras retiradas de pacientes durantes cirurgias, para testes laboratoriais, conhecidos como amostras preciosas. O sistema também monitora a localização dos funcionários que transportam essas amostras, além de obras de arte doadas para o hospital. A instalação é a primeira de uma implantação permanente, para identificar onde estão amostras, ativos, pacientes e pessoal.
A solução RFID foi fornecida pela RFIDMedical, uma divisão da Aerospace Software Developments (ASD), que instalou a infraestrutura de leitores RFID e forneceu tags e seu próprio software RFIDMedical que reside nos servidores do hospital. A GS1 Ireland forneceu chaves de identificação únicas e serviços de consultoria para garantir uma implantação de padrão aberto.
O St. James é um hospital público, com uma longa história. Em 1727, o hospital foi aberto no local atual e figuras históricas como Jonathan Swift e Arthur Guinness serviram em sua direção. O hospital foi fechado nos primeiros anos do século 19, após os edifícios passarem a ser utilizados como lar para pobres, conhecido como a União de Dublin do Sul. E foi ocupado por forças rebeldes durante a Páscoa de 1916.
Atualmente, o hospital inclui edifícios centenários, bem como algumas novas construções que compõem um campus médico de 60 acres com 1.085 camas e mais de 4.500 funcionários. Também inclui o Mercers Institute for Successful Ageing (MISA), Trinity College Medical School, Irish Blood Transfusion Services e o National Radiation and Oncology Centre, e o início da construção de um novo Hospital Infantil Nacional (NCH). Edifícios antigos da instalação apresentam paredes de concreto espesso, enquanto os edifícios modernos são muito diferentes. Portanto, os requisitos de implantação de tecnologia RFID diferem de uma parte do campus para outra. Apesar dessas limitações, o hospital buscou uma solução holística de RFID de longo prazo que funcionasse em todo o campus, tanto para o gerenciamento de ativos quanto para indivíduos.
O St. James Hospital já tinha experiência com a tecnologia RFID, diz Vincent Callan, diretor de instalações da unidade, já que utilizou inicialmente um sistema de localização ativo em tempo real em 2012 para monitorar o paradeiro de “pacientes vulneráveis”. No entanto, observa que o sistema exigia uma rede dedicada Wi-Fi que não interferisse com a rede Wi-Fi existente devido aos protocolos de segurança. Dados de localização tendem a ser pouco confiáveis porque a transmissão Wi-Fi, por vezes, percorre pisos ou paredes, levando a alertas falsos. Além disso, o uso da tecnologia RTLS ativa exigiu a substituição regular de baterias de etiquetas ou pulseiras.
O hospital também testou o uso da tecnologia passiva RFID usando tecnologia proprietária para implantes de dispositivos médicos no centro cirúrgico em 2011. No entanto, esta provou ser uma solução dispendiosa e não era escalável para outros produtos ou itens.

@RfidJournal

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