Ford apresentou na Europa nova tecnologia capaz de alertar o motorista sobre perigos na estrada

O chamado LHI (Local Hazard Information ou informação de perigos locais) é um sistema que trabalha de forma autônoma. Seus alertas são gerados automaticamente por ocorrências registradas pelos carros à frente, como por exemplo tempestades de granizo, inundações e deslizamentos de terra.

 

Os sensores IHS são os responsáveis por monitorar determinadas ações, como frenagens de emergência, uso dos faróis de neblina e do controle de tração. De acordo com o fabricante, quanto mais carros estiveram conectados, maior será a eficiência, tendo em vista que os veículos emitem informações automaticamente por meio de uma conexão segura à nuvem usando o modem FordPass Connect – a HERE Tecnologies, parceira da Ford. 

 

Ademais, o sistema pretende adicionar registros de acidentes dos órgãos públicos e reportes de trânsito, como veículos na contramão, obras, pessoas ou animais na pista. O qual não será um benefício exclusivo, pois também pode gerar e receber alertas de carros de outras marcas.

 

O Ford Puma será o primeiro modelo a ter esse novo sistema de série, oferecido com operação gratuita durante o primeiro ano. Até o final de 2020, o LHI estará disponível em mais de 80% dos modelos da Ford à venda no mercado europeu. 

 

– Fonte: Motorshow 

A identificação por radiofrequência (radio frequency identification – RFID) que identificam qualquer objeto com uma etiqueta RFID, agora está sendo utilizada para identificar animais em estudos e criações.

O uso de frequências de rádio para a identificação de tags permite a comunicação cega, a distâncias variadas e, às vezes, com centenas de objetos quase simultaneamente. Essa tag pode ser descriptografada por um leitor externo que coleta e transmite as informações contidas, não exigindo nenhum contato, o que torna a tecnologia uma ótima aliada com os animais. 

 

O monitoramento automatizado de alvos em movimento – neste caso os animais – por meio da tecnologia de RFID permite a amostragem de dados eficiente e extensiva dos níveis individuais de atividade e, portanto, é comumente usada para pesquisa ecológica. Além de estar inserido no cotidiano da população de forma imperceptível, como por exemplo a prevenção contra roubo, gerenciamento de estoque, identificação de animais de estimação e de criação, crachás de acesso, etc. 

 

Esse acompanhamento vias as aplicações RFID, tem sido aplicado com sucesso em diversas áreas de pesquisa e abrangendo uma variedade de sistema de estudos, como, movimento e ecologia de forrageio, conservação da vida silvestre e interações de redes sociais. Um bom exemplo são as aves, que desde o início parecem ser um sistema de estudo particularmente adequado para a aplicação da tecnologia RFID, tendo em vista que as etiquetas podem ser facilmente implantadas sob a pele ou incorporadas em bandas de perna, sem efeitos a longo prazo sobre o sucesso reprodutivo ou a sobrevivência. Estes estudos vêm incluindo os vertebrados (peixes, salamandras, roedores, morcegos, etc) e invertebrados (exemplo, abelhas, besouros, formigas, etc.). 

 

Já com a criação de animais, o controle dos animais é necessariamente individual, para garantir a rastreabilidade e oferecer informações sobre a vida do animal desde o nascimento até a comercialização do produto final com transparência. Outro aspecto de extrema relevância é a associação da identificação individual à adoção de normas e procedimentos em Boas Práticas Agropecuárias, de forma a garantir ao mercado consumidor a oferta de alimentos livres de resíduos e contaminantes de qualquer natureza. 

 

No entanto, o processamento de dados RFID ainda é um problema em grande parte não resolvido, o que potencialmente leva a estimativas imprecisas de atividade comportamental. Sendo um dos principais desafios durante o processamento de dados, isolar as ações comportamentais independentes de um conjunto de detecções supérfluas não dependentes.

 

– Fonte: Revista AdNormas

Segurança digital em 2020

Em evento realizado no último dia 11 (quarta-feira), Glaucia Faria Young, diretora de engenharia de software da Microsoft listou tendências para aumentar e garantir a cibersegurança em 2020, com base na grande expectativa para ataques de hackers mais frequentes com a popularização da inteligência artificial

 

A proteção contra ataques cibernéticos e violações de dados tornou-se um dos principais assuntos relacionados a segurança em 2019, trazendo a biometria e o reconhecimento facial serão fundamentais para a segurança dos usuários. 

Anualmente, a Microsoft investe aproximadamente US$ 1 bilhão para combater crimes cibernéticos e analisa em média de 8,2 trilhões de sinais diários para proteger dispositivos, e-mails e softwares ao redor do mundo, de acordo com a executiva representante da empresa no evento.

A primeira solução citada foi utilizar a Inteligência Artificial (IA) para desenvolver malwares cada vez mais destrutivos, pois de acordo com Glaucia, será cada vez mais comum o uso de machine learning para tornar ataques cibernéticos mais resistentes e indetectáveis. Dessa forma, a estima é que com a proteção das cadeias de suprimentos, a colaboração da indústria acelere, tendo em vista que a indústria da tecnologia adotar soluções integradas nos dispositivos – como autenticação de múltiplos fatores e biometria – é fundamental.

Segundo a executiva da Microsoft, é importante que a nuvem pública se torne um imperativo de segurança, as quais podem ser acessadas por meio da internet e permitem a economia com gastos de compra e gerenciamento de informações dentro das organizações. Além de extinguir o uso de senhas, pois o uso de reconhecimento facial e por biometria, podem reduzir em 99,9% as chances de invasões e roubo de dados.

Ademais, uma maior atividade do estado somada à interrupções políticas e sociais seria indispensável, pois, segundo a diretora, muitas plataformas e mídias sociais ainda são a principal fonte de desinformação. Por isso, a empresa tem desenvolvido campanhas para ajudar outras nações contra ataques maliciosos, incentivando a colaboração global e o uso de tecnologias avançadas.

Fonte: Época Negócios – Globo 

Como a tecnologia contribui para a produtividade e inovação do agronegócio

Com o avanço da tecnologia, diversos segmentos tiveram que se adaptar aos impactos da era digital a medida em que novos processos foram criados a fim de revisar o negócio de uma maneira geral. O agronegócio, por exemplo, que antes tinha como foco apenas a colheita e o cultivo, hoje precisa trabalhar um olhar apurado sobre a competitividade de mercado e gestão de processos. 

A tecnologia vem se tornando uma grande aliada do agronegócio, em vista que além de ajudar a aumentar a produção – ao antecipar efeitos climáticos, sugerir melhores épocas para plantio e colheita, auxiliar na redução a emissão de poluentes e agrotóxicos – contribui também na qualidade de vida do produtor. 

A busca por informações – seja por um serviço, ou determinado assunto – na internet, chegou até mesmo aos produtores rurais. E apesar do uso da t’ecnologia no Brasil ainda ser – teoricamente – uma prática recente, sete em cada dez produtores realizam buscas na internet antes de comprar maquinários. 

Dessa forma, é evidente que a tecnologia vem proporcionando – e permanecerá – pontos positivos para o agronegócio e os demais segmentos.

Fonte: Veja 

Governo incentiva uso da tecnologia para o café, com o objetivo de realizar conexões entre grandes empresas e startups

Por meio das Secretarias de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e Desenvolvimento Econômico (Sede), o Governo de Minas contou com a participação de startups – selecionadas por meio de editais – na Semana Internacional do Café, que possuem o objetivo de aproximar a tradição da cafeicultura mineira e os avanços tecnológicos do ramo. 

Um dos sócios da Dsuits, Raphael Jardim, apresentou a solução tecnológica da startup, a Dtrack – que permite um controle mais rigoroso da produção – no estande do Governo e também participou das rodadas de negócios. O formato do Hub Conecta, disponibilizou 20 minutos para a apresentação de cada empresa.

Na avaliação do diretor de Fomento ao Ecossistema de Inovação da Sede, Pedro Vaz, a interação entre startups e investidores foi um sucesso. Já para Mauro Lúcio Corrêa, da startup CertifiCafé, as soluções inovadoras só fazem sentido se forem usadas pelo mercado. 

A Certificafé, tem como foco auxiliar produtores que buscam as certificações que comprovam a qualidade do produto para o mercado consumidor, oferecendo uma plataforma digital que disponibiliza o passo a passo que os produtores devem seguir para conquistarem os principais selos de certificação, dentre eles o Certifica Minas concedido pelo Governo do Estado, o que despertou interesse da Seapa em conhecer melhor a plataforma.

De acordo com o superintendente, a proposta é que em todo evento realizado pela secretaria sejam criados espaços para a apresentação de startups e realização de rodadas de negócios envolvendo as empresas do setor. 

– Fonte: AgroLink