Stora Enso lança etiquetas RFID sustentáveis em papel

A empresa de papel e produtos florestais, Stora Enso – localizada em Helsinque, Finlândia – tem se aventurado na tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) e hoje, lidera um esforço para introduzir etiquetas RFID em papel ECO, contando um portfólio destas.

A primeira etiqueta ECO foi lançada em novembro de 2018, com o objetivo de para aprimorar os produtos de embalagens inteligentes da empresa, de acordo com Juha Maijala, vice-chefe de embalagens inteligentes da Stora Enso. Enquanto que, as novas etiquetas recicláveis, ​​estão sendo vendidas para uso por marcas e varejistas em etiquetas e rótulos de preços.

As etiquetas RFID tradicionais vêm com uma antena RFID gravada em alumínio ou cobre, um circuito integrado e uma camada de tereftalato de polietileno (PET) na qual o chip e a antena podem ser conectados ao substrato de papel da etiqueta. Essa camada de plástico fornece alta resistência e flexibilidade e funciona bem com o processo de gravação de antenas. No entanto, não é reciclável, por isso, após grandes de esforços de vários anos para sua criação, surge a tecnologia RFID UHF.

Os cinco novos produtos, disponíveis em formato de etiqueta, incluem o ECO Hanger – mede 2,13 polegadas por 1,34 polegadas, com uma largura de banda de 60 milímetros (2,4 polegadas) –, Hanger S – com 1,1 polegadas por 1,73 polegadas –, Hook – mede 3,82 polegadas por 1,06 polegadas –, Hook S – mede 1,3 polegadas por 0,71 polegadas e 36 milímetros (1,4 polegadas) de espessura – e Rack – mede 2,83 polegadas por 0,67 polegadas; cada um foi projetado para ser reciclável e compostável e usar menos materiais que as etiquetas RFID padrão e todas as cinco etiquetas utilizam o chip UCODE 8 da NXP Semiconductors.

Parceria entre empresas brasileira e britânica, pretende facilitar a entrada de novas tecnologias RFID no Brasil

No último dia 11, foi anunciado acordo entre a brasileira Acura e a britânica TSL (Technologi Solutions Ltd.), este que visa a comercialização de equipamentos de identificação por radiofrequência (RFID) no Brasil, dessa forma, permitindo a entrada de uma série de novos produtos no mercado brasileiro, especialmente leitores portáteis para usos diversos.

Os equipamentos da TSL são conhecidos por permitir a conexão com smartphones e, também, com handhelds da Datalogic, Honeywell e Zebra, todos com ampla utilização no mercado de RFID, especialmente no Brasil. A TSL também oferece suporte avançado para desenvolvedores de aplicações, com uma única API para todos os leitores, e adesão ao protocolo ASCII2.

Durante o evento, diversos integradores do mercado brasileiro de RFID, incluindo representantes de grandes empresas multinacionais estiveram reunidos. De acordo com Evans, CEO da TSL, a infraestrutura de leitores portáteis usados pela loja britânica de departamentos Mark&Spencer, tido como um dos maiores cases de RFID no varejo em todo o mundo, está baseada em tecnologia TSL e, que a chegada ao mercado brasileiro foi facilitada por seu bom relacionamento com Marcos Honda, CEO da Acura.

Dentre os  novos equipamentos portáteis de leitura RFID desenvolvidos pela TSL apresentados para aproximadamente 20 pessoas e que já estão à disposição para compra por integradores do mercado brasileiro, destacaram-se o 2128P UHF RFID Reader com High Gain Antenna e ePop-Loq, o 2166 Bluetooth Rugged UHF RFID Reader com ePop-Loq, o 2128 Bluetooth UHF RFID Reader com ePop-Loq, o 1166 Bluetooth Rugged UHF RFID Reader e o 1128 Bluetooth UHF RFID Reader.

 

Procafé: Conheça a vantagem econômica no uso de variedades de café resistentes e produtivas

Nos últimos anos, cresceu bastante o uso de variedades de café resistentes, especialmente aquelas que mostram resistência a ferrugem e combinam boa capacidade produtiva – embora as variedades de café mais cultivadas no Brasil sejam Catuaí e o Mundo Novo, materiais de boas características vegetais e produtivas, porém suscetíveis às principais doenças do café, exigindo práticas de controle químico.

Essas variedades apresentam vantagens de viabilizar ou controlar doenças em condições adversas, como em áreas montanhosas e pequenas propriedades, onde pulverizações com fungicidas são dificultadas, além de usar as perdas ou o uso de defensivos, usar desequilíbrios ambientais.

No entanto, uma grande vantagem ainda não é um aspecto econômico, pois uma variedade resistente e produtiva diminui o custo de produção de café e melhora a rentabilidade da lavoura. 

Com relação ao custo, é importante levar em consideração a manutenção da lavoura histórica, que apresentou ou baseou cerca de R $ 12000,00 por hectare. Já para Arara, é possível reduzir cerca de R $ 800,00, que são gastos não desnecessários e que podem causar tratamento de doenças, para as quais o Arara é resistente.

Analisando os dados apresentados, é possível concluir que uma variedade de boa qualidade e resistente, além de tudo, representa uma vantagem econômica significativa, que podem variar – dependendo das condições locais.

– Fonte: Procafé

Baseada no uso da Internet das Coisas (IoT), iniciativa sugere a utilização de todo o mobiliário urbano como fonte para monitorar o espaço público contra o crime

Iniciativa que pretende transformar as cidades como meio de conectividade e integração com as forças de segurança, com tecnologia de monitoramento capaz de acionar automaticamente uma polícia, os bombeiros ou a administração pública em casos de tiros ou explosões, é uma nova proposta do MyCitySmart por Metalco ,.

 

O projeto desenvolvido pelo designer Guto Indio da Costa, que usa uma revolução para transformar as cidades, tem como objetivo integrar bancos de rua, abrigos de ônibus, totens e postes de iluminação uma série de câmeras e sensores que reconhecem ou capturam vídeos ou explosões. Através desses sensores, os dados enviados são enviados nos celulares dos policiais mais próximos com acesso às imagens do local em tempo real.

 

Por se tratar de uma rede inteligente e automática, seu grande diferencial é que ela determina os centros de monitoramento, forma ou monitoramento que é distribuído diretamente aos milhares de celulares dos agentes públicos nas ruas. Dessa forma, os sensores autorizados podem “detectar” uma interrupção e, a partir dele, a autoridade autorizada mais preparada para atender a ocorrência de danos causados ​​por imagens reais.

 

A iniciativa permite que cada cidade personalize seus requisitos de acordo com suas necessidades e uso. Contudo, o grande desafio das cidades inteligentes terá a capacidade de analisar dados e usar isso em seu favor, ajustando o planejamento urbano de acordo com as reais necessidades das pessoas, já que, segundo a avaliação de designers, atualmente como as cidades estão despreparadas para lidar com os dados e assim criar planejamentos mais assertivos.

 

O projeto assinado pelo Guto Indio da Costa é fruto de um longo trabalho realizado nos últimos anos e traz uma grande oportunidade de fazer uma rede completa de mapeamento e monitoramento urbano.

Curitiba passará a contar com centro de monitoramento de tempestades em tempo real

Com o novo Centro de Gerenciamento de Riscos da Defesa Civil – inaugurado na segunda-feira (23) – como tempestades, alagamentos e vendedores podem ser monitorados em tempo real em Curitiba.

Segundo a cidade, o espaço foi montado para monitorar o tempo real de ocorrências de tempestades climáticas com mais de mil câmeras espalhadas pela cidade.

Todo o equipamento tecnológico vai dar mais agilidade para a equipe de Defesa Civil, que contém cerca de três mil servidores. As imagens permitem avaliar com maior precisão o tipo de equipe que precisa ser encaminhada para cada ocorrência, como por exemplo, é uma situação para uma Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi) ou um caso para uma equipe de obras.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Curitiba, Nelson Ribeiro, foram investidos cerca de R $ 400 milhões nos últimos três anos na gestão de riscos da cidade. Só esse ano, a Defesa Civil soma mais de mil ocorrências, com atividades que causam acidentes domésticos e como em casos de tempestades e alagamentos.

Vale ressaltar que, no caso de emergências relacionadas ao tempo, a população continuará a acionar a Defesa Civil por meio do telefone 199 ou entrar em contato com o município de Curitiba por meio da Central 156.

– Fonte: Gazeta do Povo