Segurança digital em 2020

Em evento realizado no último dia 11 (quarta-feira), Glaucia Faria Young, diretora de engenharia de software da Microsoft listou tendências para aumentar e garantir a cibersegurança em 2020, com base na grande expectativa para ataques de hackers mais frequentes com a popularização da inteligência artificial

 

A proteção contra ataques cibernéticos e violações de dados tornou-se um dos principais assuntos relacionados a segurança em 2019, trazendo a biometria e o reconhecimento facial serão fundamentais para a segurança dos usuários. 

Anualmente, a Microsoft investe aproximadamente US$ 1 bilhão para combater crimes cibernéticos e analisa em média de 8,2 trilhões de sinais diários para proteger dispositivos, e-mails e softwares ao redor do mundo, de acordo com a executiva representante da empresa no evento.

A primeira solução citada foi utilizar a Inteligência Artificial (IA) para desenvolver malwares cada vez mais destrutivos, pois de acordo com Glaucia, será cada vez mais comum o uso de machine learning para tornar ataques cibernéticos mais resistentes e indetectáveis. Dessa forma, a estima é que com a proteção das cadeias de suprimentos, a colaboração da indústria acelere, tendo em vista que a indústria da tecnologia adotar soluções integradas nos dispositivos – como autenticação de múltiplos fatores e biometria – é fundamental.

Segundo a executiva da Microsoft, é importante que a nuvem pública se torne um imperativo de segurança, as quais podem ser acessadas por meio da internet e permitem a economia com gastos de compra e gerenciamento de informações dentro das organizações. Além de extinguir o uso de senhas, pois o uso de reconhecimento facial e por biometria, podem reduzir em 99,9% as chances de invasões e roubo de dados.

Ademais, uma maior atividade do estado somada à interrupções políticas e sociais seria indispensável, pois, segundo a diretora, muitas plataformas e mídias sociais ainda são a principal fonte de desinformação. Por isso, a empresa tem desenvolvido campanhas para ajudar outras nações contra ataques maliciosos, incentivando a colaboração global e o uso de tecnologias avançadas.

Fonte: Época Negócios – Globo 

Stora Enso lança etiquetas RFID sustentáveis em papel

A empresa de papel e produtos florestais, Stora Enso – localizada em Helsinque, Finlândia – tem se aventurado na tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) e hoje, lidera um esforço para introduzir etiquetas RFID em papel ECO, contando um portfólio destas.

A primeira etiqueta ECO foi lançada em novembro de 2018, com o objetivo de para aprimorar os produtos de embalagens inteligentes da empresa, de acordo com Juha Maijala, vice-chefe de embalagens inteligentes da Stora Enso. Enquanto que, as novas etiquetas recicláveis, ​​estão sendo vendidas para uso por marcas e varejistas em etiquetas e rótulos de preços.

As etiquetas RFID tradicionais vêm com uma antena RFID gravada em alumínio ou cobre, um circuito integrado e uma camada de tereftalato de polietileno (PET) na qual o chip e a antena podem ser conectados ao substrato de papel da etiqueta. Essa camada de plástico fornece alta resistência e flexibilidade e funciona bem com o processo de gravação de antenas. No entanto, não é reciclável, por isso, após grandes de esforços de vários anos para sua criação, surge a tecnologia RFID UHF.

Os cinco novos produtos, disponíveis em formato de etiqueta, incluem o ECO Hanger – mede 2,13 polegadas por 1,34 polegadas, com uma largura de banda de 60 milímetros (2,4 polegadas) –, Hanger S – com 1,1 polegadas por 1,73 polegadas –, Hook – mede 3,82 polegadas por 1,06 polegadas –, Hook S – mede 1,3 polegadas por 0,71 polegadas e 36 milímetros (1,4 polegadas) de espessura – e Rack – mede 2,83 polegadas por 0,67 polegadas; cada um foi projetado para ser reciclável e compostável e usar menos materiais que as etiquetas RFID padrão e todas as cinco etiquetas utilizam o chip UCODE 8 da NXP Semiconductors.

Baseada no uso da Internet das Coisas (IoT), iniciativa sugere a utilização de todo o mobiliário urbano como fonte para monitorar o espaço público contra o crime

Iniciativa que pretende transformar as cidades como meio de conectividade e integração com as forças de segurança, com tecnologia de monitoramento capaz de acionar automaticamente uma polícia, os bombeiros ou a administração pública em casos de tiros ou explosões, é uma nova proposta do MyCitySmart por Metalco ,.

 

O projeto desenvolvido pelo designer Guto Indio da Costa, que usa uma revolução para transformar as cidades, tem como objetivo integrar bancos de rua, abrigos de ônibus, totens e postes de iluminação uma série de câmeras e sensores que reconhecem ou capturam vídeos ou explosões. Através desses sensores, os dados enviados são enviados nos celulares dos policiais mais próximos com acesso às imagens do local em tempo real.

 

Por se tratar de uma rede inteligente e automática, seu grande diferencial é que ela determina os centros de monitoramento, forma ou monitoramento que é distribuído diretamente aos milhares de celulares dos agentes públicos nas ruas. Dessa forma, os sensores autorizados podem “detectar” uma interrupção e, a partir dele, a autoridade autorizada mais preparada para atender a ocorrência de danos causados ​​por imagens reais.

 

A iniciativa permite que cada cidade personalize seus requisitos de acordo com suas necessidades e uso. Contudo, o grande desafio das cidades inteligentes terá a capacidade de analisar dados e usar isso em seu favor, ajustando o planejamento urbano de acordo com as reais necessidades das pessoas, já que, segundo a avaliação de designers, atualmente como as cidades estão despreparadas para lidar com os dados e assim criar planejamentos mais assertivos.

 

O projeto assinado pelo Guto Indio da Costa é fruto de um longo trabalho realizado nos últimos anos e traz uma grande oportunidade de fazer uma rede completa de mapeamento e monitoramento urbano.

Curitiba passará a contar com centro de monitoramento de tempestades em tempo real

Com o novo Centro de Gerenciamento de Riscos da Defesa Civil – inaugurado na segunda-feira (23) – como tempestades, alagamentos e vendedores podem ser monitorados em tempo real em Curitiba.

Segundo a cidade, o espaço foi montado para monitorar o tempo real de ocorrências de tempestades climáticas com mais de mil câmeras espalhadas pela cidade.

Todo o equipamento tecnológico vai dar mais agilidade para a equipe de Defesa Civil, que contém cerca de três mil servidores. As imagens permitem avaliar com maior precisão o tipo de equipe que precisa ser encaminhada para cada ocorrência, como por exemplo, é uma situação para uma Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi) ou um caso para uma equipe de obras.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Curitiba, Nelson Ribeiro, foram investidos cerca de R $ 400 milhões nos últimos três anos na gestão de riscos da cidade. Só esse ano, a Defesa Civil soma mais de mil ocorrências, com atividades que causam acidentes domésticos e como em casos de tempestades e alagamentos.

Vale ressaltar que, no caso de emergências relacionadas ao tempo, a população continuará a acionar a Defesa Civil por meio do telefone 199 ou entrar em contato com o município de Curitiba por meio da Central 156.

– Fonte: Gazeta do Povo

Nova tecnologia promete acabar com acidentes causados por embriaguez ao volante.

Os senadores norte-americanos, Tom Udall e Rick Scott, planejam aplicar legislação para equipar carros novos com tecnologia que impedem os motoristas de dirigirem embriagados.

Para isso, serão permitidos dispositivos embarcados sem volume ou ignição por botão para medir o nível de embriaguez do motorista – outra opção é monitorar sensores de respiração e movimentos dos olhos – e caso os dispositivos altos de alcoolismo sejam detectados pelo dispositivo, o indivíduo fica impossibilitado de dirigir o carro.

Os senadores planejam aplicar a legislação ou o mais rápido possível para quem, em cerca de quatro anos após a aprovação do projeto de lei, ou o governo será instruído a trabalhar com os fabricantes de automóveis para garantir que a medida seja realizada.

Uma montadora sueca, Volvo, disse que em março planeja instalar câmeras e sensores em seus carros a partir do início de 2020, com o intuito de monitorar os motoristas para saber quando eles exibem sinais de cansaço ou embrulho e, dessa forma, evitar acidentes.

A NHTSA (Administração Nacional de Segurança Rodoviária) disse no ano passado que 7 milhões de vidas podem ser salvas todos os anos com a implementação da tecnologia. Dados da agência norte-americana revelados que causam danos por intoxicação por motoristas custados ao país quase US $ 200 bilhões. Somente neste ano foram registrados 10.847 mortes em acidentes por motoristas que estavam embriagados.