A importância do monitoramento e rastreamento para a sua frota

Todas as etapas de moldam o sistema de gestão de uma empresa são importantes para que a organização funcione de maneira harmoniosa e eficaz. E um de seus braços de ação é possuir um excelente e capacitado sistema de monitoramento e rastreamento.

O aspecto do monitoramento é importante porque auxilia e fornece a assertividade ao comprometimento do planejamento de rotas, principalmente se essa diretriz está sendo cumprida pelo motorista. Estar incluso e informado sobre todo o processo facilita o rastreamento de cargas permitindo que as transportadoras consigam fornecer informações em tempo real aos seus clientes a respeito dos seus pedidos. É claro que com isso é possível identificar qualquer anomalia ou ocorrência que possam prejudicar a entrega e os prazos estipulados. Além de aumentar consideravelmente a segurança contra furtos e sequestros nas estradas. E ainda que caso aconteça tal imprevisto, o rastreamento pode auxiliar as autoridades nas investigações aumentando as chances de recuperação da carga extraviada.

Os métodos utilizados para fazer o rastreamento e o monitoramento são vários. Os principais são o uso do GPS, GPRS e Câmeras. Na Logos Inovação e Tecnologia se utilizam também o RFID, Comunicação via satélite e o próprio sistema da empresa chamada de LOGOSNET. Cada uma delas trabalha e contribui ao objetivo de atingir as necessidades de cada cliente. Melhorando a gestão administrativa e aprimorando e automatizando os processos de trabalho. Auxiliando também nas melhores tomadas de decisões, à medida com que os dados são convertidos em informações de fácil entendimento e compreensão.

Então, se ainda estiver com alguma dúvida, conheças mais sobre os serviços da Logos Inovação e Tecnologia e encontre a solução perfeita para o seu negócio.

 

O futuro dos veículos com a tecnologia C-V2X

O C-V2X é uma tecnologia avançada desenvolvida para comunicação sem fio, permitindo que os veículos, a infraestrutura, os pedestres e todos os elementos que compõem o que entendemos sobre o trânsito se interajam e troquem dados e informações em tempo real. Ou seja, com esse sistema os veículos como carro, motos, caminhões, dentre outros, junto aos ciclistas, pedestres, semáforos e sinais de trânsito podem finalmente compartilhar suas informações sobre seu estado de operação, localização e direção.

Além disso, o sistema C-V2X consegue operar sem uma rede de celular, ele pode emitir alertas em determinados momentos críticos do trânsito.

A tecnologia C-V2X também permite enviar aos veículos dados sobre alertas de situações inesperadas que são potencialmente arriscados e que podem acontecer. Sendo elas, por exemplo, obras na pista, acidentes na rua ou estradas, engarrafamentos ou veículos de emergência. Dessa forma o motorista tem mais e melhores opções para buscar rotas alternativas e reduzir o tempo de viagem.

Há também a comunicação integrada entre os veículos, que conseguem perceber por meio da luz de freio eletrônica de emergência, quando o veículo à frente irá frear bruscamente devido à obstrução do seu trajeto, evitando assim colisões. Incluindo também assistência nos cruzamentos com alertas sobre aproximação de veículos nos pontos cegos.

Vale lembrar que não só de carros se fazem as colisões dos veículos, por isso, o C-V2X tem também como detectar colisão com pedestres e ciclistas na pista.

As perspectivas com essa nova tecnologia é tornar mais segura e eficiente o tráfego e conduta de todos os elementos do trânsito, tornado-o mais fluído e automatizada. E muitas empresas mobilistas já estão de olho nessa novidade e suas vantagens.

Já aconteceu de serem feitas algumas demonstrações de como essa tecnologia poderia ser utilizada em situações reais. Como a ford com seu teste de sucesso nas ruas da China durante a Exposição Mundial de Internet das Coisas 2018, em Wuxi, usando a tecnologia celular C-V2X.

link para o vídeo: https://youtu.be/BACyz3x66VA

Os testes avançam e as implementações estão em crescimento. Logo os métodos e processos para as empresas terão que se reinventar devido a essas mudanças que vem para ficar. E para manter o seu negócio sempre próximo com o mundo conectado a Logos Inovação e tecnologia tem as melhores soluções e sistemas que se adequam para cada tipo de segmento. Navegue pelo site da Logos e conheça mais sobre essas tecnologias.

Setor aéreo rastreará bagagens com RFID

O conselho da IATA votou em sua assembleia geral para desenvolver um padrão de rastreamento de bagagens a ser lançado globalmente em 2020

O setor aéreo melhorou constantemente sua capacidade de lidar com bagagens de passageiros. Em 2016, 5,73 volumes por mil passageiros foram desviados, o que representou uma queda de 12% em relação ao ano anterior. Ao longo da última década, o setor registrou uma redução de 70% em extravios. Ainda assim, as companhias aéreas maltrataram mais de 21 milhões de malas em 2016, custando mais de US$ 2 bilhões em despesas.

As companhias aéreas sabem há mais de uma década que a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) pode ser uma solução econômica para o problema. Mas o custo e a grande escala do projeto – cobrindo aeroportos em todo o mundo – fizeram com que o setor atrasasse a implantação até agora.

A diretoria da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) votou em sua reunião geral, deste mês, pelo desenvolvimento de um padrão dentro para usar RFID e rastrear as malas. O órgão da indústria pretende começar a lançar a tecnologia globalmente em 2020.

Falando no evento, Alexandre De Juniac, diretor geral da IATA, disse que a diretoria “obriga a IATA a avançar rapidamente para atender às expectativas dos clientes quanto ao rastreamento em tempo real da bagagem. Temos um ano para desenvolver um padrão global de implantação”, que incluirá os padrões de RFID da IATA em todas as etiquetas de bagagem. Durante esse tempo, alinharemos nossos parceiros na cadeia de valor, especialmente nos aeroportos, para que possamos alcançar a visão de nossa indústria de fazer isso a partir de 2020. ”

Parte de mim quer gritar: “que bom, já estava na hora!” Outra parte está entusiasmada com o fato de que a indústria finalmente lançou o apoio para implantar RFID globalmente. É uma ótima notícia para os viajantes. Perder sua bagagem é uma dor de cabeça incrível. Aconteceu comigo apenas uma vez, mas tive que gastar algumas centenas de euros para comprar algumas roupas para fazer uma apresentação na França.

Os pais de uma amiga minha voaram recentemente para a Alemanha. A bagagem deles foi perdida e nunca recuperada. Arruinou suas férias. Mesmo quando as malas são encontradas, o estresse de não saber se chegam ao destino pode arruinar uma viagem. Um outro amigo meu perdeu as malas durante uma conexão com a Europa (os dois incidentes aconteceram nos últimos dois meses). Eles temiam que não chegassem a Madri a tempo de um cruzeiro que planejavam fazer. As malas chegaram, mas o estresse fez com que as férias começassem de maneira desagradável.

Delta Air Lines merece muito crédito por ser a primeira companhia aérea a mostrar que a RFID poderia ser uma solução eficaz para o problema. Se você tiver o aplicativo móvel Delta e verificar suas malas, receberá uma notificação quando as malas estiverem no avião, o que é maravilhoso – e a Delta pode rastrear sua bagagem rapidamente em qualquer lugar, caso qualquer mala seja colocada no lugar errado.

O uso de RFID em todas as bagagens não eliminará totalmente a bagagem perdida, mas proporcionará aos viajantes maior tranquilidade e permitirá que as companhias aéreas reduzam os US$ 2 bilhões que gastam rastreando malas extraviadas ou compensando os clientes pela perda de bagagem. Quando as companhias aéreas souberem como a RFID funciona bem em malas, sem dúvida ficarão ansiosas para usá-la para rastrear ativos, peças e outros itens.

fonte: brasil.rfidjournal | Mark Roberti é o fundador e editor do RFID Journal.

Roupas brasileiras já podem ser rastreadas desde a China

iTag RFID Etiquetas Inteligentes acaba de anunciar uma parceria com a empresa Printronix, de Taiwan, para fornecer etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID) a serem costuradas no vestuário fabricado na Ásia, por marcas vendidas no Brasil. O acordo permitirá que as peças de roupas sejam rastreadas desde a fabricação, em países como a China e o Vietnã.

Todo o processo de escoamento das mercadorias, passando pelos portos da Ásia até a chegada no Brasil, poderá ser rastreado. Além disso, a contagem de peças no momento do desembarque dos produtos será otimizada e terá seu custo reduzido, devido ao uso da tecnologia de RFID para controle das peças fabricadas.

Sérgio Gambim, CEO da iTag, e o representante da Printronix

Com a estratégia de comercialização no mercado externo, a iTag pretende impulsionar distribuição e impressão de etiquetas inteligentes em toda a Ásia, a partir de Taiwan. Para isso, terá o apoio da Printronix, empresa global de impressão industrial de missão crítica, por meio da Maxhill Co. Ltd.

Pela parceria, será criado um birô de impressão RFID em Taiwan. As empresas iTag e Maxmill, representante da Printronix, serão responsáveis pela impressão e serialização das etiquetas RFID para produtos fabricados em outros países, por empresas que utilizam a solução RFID da iTag no Brasil.

O serviço se destina aos clientes que desejam adotar a tecnologia RFID, mas que têm parte de sua produção realizada fora do território brasileiro. A fabricação acontece sob demanda, de acordo com a necessidade do cliente, atendendo as crescentes necessidades do mercado, com economia e agilidade. As etiquetas prontas passam a ser entregues em qualquer destino de fabricação do cliente, sendo Ásia ou Europa.

“O sistema RFID utiliza ondas de rádio 915 MHz e traz diversos benefícios aos negócios, como aumentar a produtividade, controlar a rastreabilidade do trajeto do item na cadeia de processos, gerir o inventário com mais facilidade, evitar extravios, reduzir o desperdício e simplificar a logística”, relata documento da iTag.

“A parceria da iTag com a Printronix trará tranquilidade para quem realiza operações em outro continente, porque a linha de impressora RFID T6000 já está homologada na solução da iTag, assim como toda a equipe de Taiwan foi treinada para administrar as informações recebidas do Brasil”, explica Sérgio Gambim, CEO da iTag.

Para Gambim, a parceria estratégica representa um grande passo para oferecer aos clientes iTag o controle de sua produção já na fábrica, estando etiquetadas na origem com RFID, o que deve ajudar na conferência das invoices em trânsito.

Com vários casos de sucesso no Brasil, a iTag foi pioneira no país na geração do código padrão EPC Gen2, da GS1. Há mais de 40 anos, a Printronix oferece serviços que possibilitam a aplicação de RFID. Para a iTag, a Printronix passa a ser uma parceira chave no mercado internacional.

@brasil.rfidjournal

Inventário da Piticas cai de cinco horas para seis minutos

A rede de lojas e quiosques adotou a solução RFID da Presence para aumentar a eficiência nos negócios nas suas 330 lojas em todo o Brasil.

Com mais de 200.000 itens comercializados por mês em 330 pontos de venda em todo o Brasil, incluindo quiosques em shoppings e lojas de camisetas franquiadas de mais de 50 marcas nacionais e internacionais, como Disney, Warner, Fox, Turma da Mônica, Universal e Lucas Films, a Piticas investiu em um projeto de identificação por radiofrequência (RFID) que já implantou em 40 de seus estabelecimentos. Como resultado, a companhia conseguiu reduzir o tempo de inventario de cinco horas para seis minutos.

Cada loja com RFID está utilizando a solução de identificação por radiofrequência com o software Presence Store para ponto de venda (PDV) e, pelo menos, um leitor portátil Zebra RFID 8500. Também é necessário um smartphone para coleta de dados por Bluetooth e análise das informações. As tags são da iTag RFID Etiquetas Inteligentes, equipadas com inlays da Impinj, e coladas nas etiquetas de papel das camisetas – em breve, deverão ser costuradas separadamente. O projeto começou para fazer inventário nas lojas e na fábrica, em Guarulhos (SP), que conta com 300.000 peças no estoque de acabados, mas já está sendo planejado para outras áreas.

Antes da RFID, a maioria dos processos era manual. Dos controles de apontamento de produção até a separação dos pedidos na expedição, tudo era feito manualmente, por códigos de barras. Assim, a RFID foi implantada nos processos fabris de controle de produção, separação de pedidos e expedição. Nas lojas, a tecnologia passou a ser utilizada na movimentação de mercadorias e inventários.

O primeiro ponto favorável da mudança na fábrica foi a qualidade da informação. Os processos foram checados duplamente, por código de barras e RFID, na fase de implantação, e foram descobertos erros que passavam desapercebidos nas leituras manuais. Outro fator positivo foi a redução de custos na separação de pedidos com a queda no tempo exigido para execução da atividade. Além disso, o apontamento deixou de ser feito na coleta e aferido por RFID em uma só fase.

Nas lojas, o controle de mercadorias passou a ser totalmente automatizado e controlado por RFID, acabando com a leitura individual por códigos de barras. A implantação de RFID segue o padrão passivo EPC UHF, da GS1. “A padronização é importante uma vez que existe a viabilidade de colocação dos produtos além das fronteiras da própria rede”, afirma Felipe Rossetti, diretor da Piticas.

Os leitores estão instalados em dois ambientes totalmente distintos. Na fábrica, há portais de leitura nas passagens entre os diversos setores produtivos. Na expedição, foi instalada uma caixa com isolamento, para entrada de carrinho com os pedidos separados, para geração de nota fiscal. “Temos um carrinho de leitura utilizado em conjunto com leitores manuais destinados ao inventario do estoque de produtos acabados”, acrecenta Rossetti.

As leituras RFID nas lojas são feitas com leitores portáteis, para contagem de inventario, e para os PDVs leitores de mesa RFID UHF Identix rPad, que têm antena integrada de polarização circular, o que reduz o custo de aquisição de hardware e facilita a implantação. Além da Zebra, nesta parte foram utilizados também interrogadores da Acura. Ao todo são 12 nos portais e oito, no carrinho de inventario. Assim, em cada loja existe um aparelho RFID handheld e, como opcional, o leitor de mesa.

No estoque de produtos acabados da Piticas, Mendo Leonel, diretor técnico da Presence; Vinicius Rossetti, diretor da Piticas; Paulo Sérgio Palmerio, CEO da Presence.

“Estamos usando tags adesivas fornecidas pela iTag com inlay da Impinj, fixadas nas etiquetas das mercadorias”, explica Paulo Palmerio, CEO da Presence. O desafio da implantação na fábrica, segundo Palmério, foi desenvolver um isolamento adequado e ajuste de leituras em função da quantidade de produtos e interferências no local. A densidade de mercadorias é muito grande por prateleiras o que dificultou a leitura nos inventários.

“O ambiente de loja não foi menos desafiador”, acrescentou. “Normalmente, existem 2.300 peças em um quiosque de quatro metros por três metros. A densidade de mercadorias muito grande e a presença de pequenos artefatos metálicos no ambiente da loja, e mesmo nas tags usadas anteriormente, tiveram que ser revisadas para garantir a qualidade de leitura no processo”.

Na Piticas, como a área operacional encampa a área de TI, a visualização dos benefícios da RFID foi vista com facilidade. A Piticas é uma de rede de lojas, a grande maioria quiosques de aproximadamente 12 m2, onde existe um estoque de 2.300 itens com uma diversidade de 1.300 SKUs (Stock Keeping Units). “Isto nos leva a aproximadamente 1,8 peças por SKU”, diz Rossetti. “Assim, a determinação correta do número de peças e a reposição rápida evitam perdas de vendas”.

O uso de RFID garantiu a qualidade operacional nas movimentações de estoque e, mais importante, a viabilidade de execução de inventários periódicos com uma frequência inimaginável antes. “Um inventario que era feito em cinco horas, passou a ser executado em seis minutos, o que viabiliza sua execução várias vezes por semana”, diz. Com isso, o controle de perdas foi minimizado ao extremo e a confiabilidade nas posições de estoque permitiu processos mais eficientes de reposição, uma vez que os inventários são reportados online à matriz.

O projeto já está praticamente implantado na fábrica, devendo ser estendido ao controle de volumes, expedição e transportes. “Estaremos também implantando o controle de logs de movimentação de EPC [Electronic Product Code, da GS1] desde o processo produtivo, distribuição, vendas nas lojas e retornos para trocas”, explica Palmério. “Depois das lojas, expandiremos a RFID a todas as unidades de negócios, com previsão de finalização até dezembro de 2018.

O projeto de RFID foi totalmente desenvolvido e integrado com o ERP da Presence, o Presence Domain. Foram desenvolvidas no ERP as interfaces de conectividade com o middleware da iTag, bem como revisados os processos para o uso integrado da RFID com maior eficiência. Para os inventários, foram desenvolvidos aplicativos específicos que rodam em celulares ou desktop permitindo a mobilidade adequada ao projeto.

No ambiente de loja o inventario é integrado com o PDV da Presence, o Presence Store, ou com o app para celulares e tablets Presence Count. O ERP roda em cloud computing e, nos devices, roda com uma base local, o que permite independência de internet e conexões locais.

“As experiências mostraram que o projeto superou as expectativas”, diz Rossetti. A melhor maneira de mensurar isto, diz ele, foi por meio da experiência dos usuários. “Previmos, no início do projeto, o uso compartilhado de um leitor compartilhado a cada três lojas. Isto porque o leitor é o item mais caro para o franqueado. Nas operações, porém, os próprios franqueados entenderam os benefícios e decidiram adquirir um leitor por loja. O benefício do controle e prevenção de perdas pagou o custo do leitor”, avalia.

O middleware é utilizado exclusivamente no ambiente de fábrica e foi desenvolvido pela iTag. Integrado com o ERP Presence Domain, no ambiente de loja, foi desenvolvido um aplicativo para celular Presence Count, que tem a camada de middleware embutida. O programa e todas as integrações foram totalmente desenvolvidas pela Presence.

A Piticas tem uma identidade voltada à inovação e busca soluções de tecnologia para otimizar a gestão e melhorar processos. O uso de RFID foi extremamente positivo e abriu caminho para outros projetos de tecnologia, mostrando que os investimentos envolvidos não devem ser uma restrição quando os resultados financeiros superam custos.

@brasil.rfidjournal