Coronavírus: medidas para proteger caminhoneiros da pandemia

Devido a crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), diversas ações estão sendo tomadas pelo governo para combater a transmissão do vírus.

O transporte de carga, assim como os serviços médicos, de alimentos e de segurança pública, foi definido pelo presidente, Jair Bolsonaro, como uma atividade essencial, ou seja, que não deve ser interrompida neste período.

O assessor executivo da Confederação Nacional dos Transportes Autônomos, Marlon Maues, afirmou que os caminhoneiros não irão parar devido a pandemia. Contudo, afirmou que o governo está trabalhando para garantir condições de trabalho e redução de burocracias, anunciando as seguintes medidas: 

  • Instalação de postos de atendimento nas estradas para verificar a saúde dos caminhoneiros, como a medição da temperatura corporal. 
  • Postos de gasolina, alimentação, descanso e borracharias precisam estar abertos. 
  • Nas praças de pedágio, há distribuição de álcool em gel. 
  • Pessoas com a CNH vencida desde 19/02/2020 passam a ter o documento validado por tempo indeterminado. 
  • Prazos para recursos de multa e de suspensão do direito de dirigir também ficam suspensos.
  • Suspensão durante 90 dias, em caráter excepcional, de postos com balanças de pesagem (fiscalização do peso dos veículos) nas rodovias federais. A decisão visa a evitar o tempo de parada e o contato entre profissionais.

O Serviço Social do Transporte (Sest Senat) também realizará ações de assistência a esses profissionais em vários pontos no país. “A partir de agora, os Centros de Atendimento ao Usuário fornecerão equipamentos de proteção individual (EPI) para os motoristas, incluindo máscaras e luvas, que serão distribuídos nas concessionárias e postos do Sest Senat no país.”, destacou o senador Luiz Carlos Heinze.

USP desenvolve microcomputador do tamanho de uma moeda.

Fonte: G1 – 29/02/2020 

A Universidade de São Paulo (USP) é uma referência no desenvolvimento de computadores e foi uma das primeiras a inventar uma máquina, ou foi nomeado como “Patinho Feio” na década de 1980. 

Depois de 40 anos de desenvolvimento da máquina, desta vez a USP desenvolveu um microcomputador com tamanho semelhante a uma moeda. 

“São computadores do tamanho de um bilhete de metrô, ou, em alguns casos, computadores do tamanho de uma moeda de dez centavos”, segundo o professor Marcelo Zuffo, do Centro Interdisciplinar de Tecnologias Interativas (CITI). 

 “(…) A pessoa está em um grande esforço de projeto de engenharia, usando ou não a microeletrônica, para que esses computadores fiquem com granularidade de pó” continuado.

Uma microeletrônica é um ramo da eletrônica, que tem como objetivo estudar a integração de circuitos eletrônicos e promover a miniaturização de diversos componentes, em escala microscópica. A área engloba os processos físicos de fabricação de circuitos integrados, como o projeto do circuito em si. 

O microcomputador foi nomeado como “Pulga”. Por enquanto, estão sendo testados por empresas parceiras da universidade, por mais que não estão sendo usados ​​em grande escala, os professores acreditam que logo esta tecnologia está sendo usada e está disponível para um público maior.