Smartphones do futuro: 6 características que devem virar realidade em breve

Podemos dizer que estamos vivendo o futuro? Bem, talvez sim. Não faz nem 10 anos que os celulares com telas sensíveis ao toque viraram uma febre e as vendas foram massificadas. Qual o cenário hoje? Bem, podemos dizer que praticamente não existem mais “dumbphones”, apenas smartphones — e também estamos falando apenas de telas touch, sem tocar em poder de processamento, realidade virtual/aumentada e tantas características interessantes que já estão aqui.

Apesar de tudo isso, o nosso futuro também existe e, se pensarmos bem, quais serão os próximos passos no que toca aos celulares? Você consegue pensar em algumas características de estarão presentes nos smartphones lançados nos próximos 10 anos? Bem, você pode dar a sua opinião lá nos comentários, mas antes dê uma checada em nossa lista.
Caso a sua previsão não esteja aqui, vamos adicioná-la ao texto — e com o devido crédito.

Vamos lá?
1 – Adeus, bordas

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As peças de hardware estão diminuindo com o tempo. Com a tecnologia mais desenvolvida, processador e placas não vão precisar de tanto espaço para oferecer um desempenho top de linha. O benefício disso? Espaço para brincar o design. Os designers de gadgets vão poder desenvolver, por exemplo, smartphones sem bordas — algo que está próximo; dê uma olhada no Xiaomi Mi MIX.
Um dos seriados mais comentados da Netflix, Black Mirror, que se passa em um futuro não tão distante, já mostra celulares sem bordas totalmente integrados na sociedade. Bacana, não?

2 – Carregamento wireless

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Calma: sim, o carregamento wireless já existe. Porém, ele não é tão “wireless” assim. Você precisa deixar o seu smartphone recostado em alguma base para a bateria do gadget ser recarregada.
Em alguns anos, a base será “jogada fora”. Como um roteador, o carregador ficará anexado na tomada e você poderá circular pela casa com o smartphone em mãos enquanto a bateria dele é recarregada.
Algumas empresas já estão trabalhando na tecnologia e, em breve, ela chega ao mercado — aqui não é nem um chute, amigos, isso está próximo.

3 – Comandos de voz

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Google, Siri e Cortana. Todos são bem legais, porém, soluções bem robustas — digamos, completas — com uma inteligência artificial parruda ainda não existem nos smartphones. Porém, com o avanço da tecnologia, em breve poderemos conversar com os celulares de maneira comum, como se um pequeno ser humano com todo o conhecimento da internet no cérebro.
Quer ter uma ideia como será isso? Basta lembrar de robô em filmes sci-fi. Não, deixe coisas como Exterminador do Futuro de lado por um instante.

4 – Telas flexíveis

Temos telas com o vidro arredondado nos cantos e telas que recobrem quase totalmente as bordas laterais de smartphones. Sim, estamos quase lá: telas flexíveis. Já imaginou as possibilidades? A Samsung, por exemplo, tem diversas patentes de smartphones que viram tablets e tablets que viram notebook por meio de “dobraduras” na tela.
Qual a principal dificuldade aqui? Peças e chassi que também podem se dobrar para acompanhar os movimentos da tela.

5 – Autonomia

Sim, todos nós estamos cansados de nossos smartphones: eles não duram mais de 1 um dia sem a necessidade de plugar o carregador — obviamente, existem poucas opções que vão além disso, mas são raras, bem raras.
Atualmente, as células de energia de íon-lítio acompanham a maior parte dos gadgets modernos e, embora a capacidade de armazenamento dessas baterias não seja ruim, o maior problema é que elas começam a sofrer desgaste e a perder autonomia aproximadamente a partir dos 500 ciclos de carga.

O futuro reside no grafeno. O material, que é uma forma cristalina do carbono, é um ótimo semicondutor e pode ser utilizado em baterias. Além disso, apenas para exemplificar, três milhões de camadas de grafeno têm menos de um milímetro de espessura, o que torna o elemento excelente na construção de equipamentos eletrônicos.
Uma das empresas que trabalha no desenvolvimento de baterias de grafeno criou uma célula que tem capacidade de apenas 4.800 mAh, mas o que mais impressiona é o seu tempo de recarga: entre 13 e 14 minutos. Sim, a bateria pode ser completamente reabastecida em menos de 15 minutos.

 

6 – Realidade Aumentada

Mais do que a realidade virtual, a realidade aumentada tem a capacidade de colocar você no centro da ação. Muitos celulares já trabalham via câmera que algumas soluções bem “iniciantes” de realidade aumentada, porém, nada robusto.
Atualmente, um dos gadgets que mais trabalham com a tecnologia que o HoloLens. Com hardware poderoso, os smartphones do futuro também poderão entrar nessa barca.

Uber contrata especialista da NASA para produzir carros voadores.

Parece que aquela realidade de um futuro com carros voadores, como a que vimos em “De Volta para o Futuro” e muitas outras obras da ficção, está um passo mais próxima de se tornar realidade. Isso porque a Uber contratou um especialista da NASA para ajudá-la a desenvolver o veículo aéreo perfeito para os transportes da empresa.

O expert no caso é Mark Moore, que conta com 30 anos de experiência na agência espacial norte-americana e sabe tudo sobre motores elétricos em veículos aéreos. Seu objetivo? Tirar do papel os carros voadores com decolagem vertical com os quais a Uber tanto sonha há algum tempo.
O gerente de produto da Uber Nikhil Goel afirmou: “A Uber continua a ver o seu papel como catalisador para o crescente ecossistema de veículos com decolagem e pouso verticais. Estamos animados por Mark se juntar a nós para trabalhar com empresas e acionistas conforme continuamos a explorar aquilo que descrevemos em nossos projetos”.

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Parte do projeto de carro voador da Uber

Mudando de ares para liderar uma categoria

Segundo Moore, sua saída da NASA um ano antes de sua aposentadoria para se unir ao CEO da Uber Travis Kalanick aconteceu porque ele acredita que a empresa de transporte privado tem potencial para ser a líder da categoria nesse novo ecossistema de veículos aéreos com decolagem vertical.

“Os planos da Uber também são bastante ousados: a ideia é ter uma frota completa de carros voadores até 2026”

A Uber não é a primeira empresa que anuncia suas intenções de produzir carros voadores. A Airbus, famosa fabricante de aeronaves de todos os tamanhos, incluindo o maior avião comercial do mundo – o A380 – já prometeu o protótipo de um veículo aéreo ainda para 2017. Os planos da Uber também são bastante ousados: a ideia é ter uma frota completa de carros voadores até 2026. Será que vai dar certo?

Fonte: @tecmundo

Com a passagem do ônibus mais cara, vale a pena mudar para carro?

Com o aumento da passagem de ônibus em Curitiba, muitos estão se perguntando se vale a pena usar carro no dia-a-dia.

Sonho de consumo de muitos e principalmente dos jovens, o carro é normalmente associado a liberdade, mas é necessário considerar o custo que um veículo gera por dia.

Os usuários que não possuem carro pensam nas parcelas, o que já possuem resumem os gastos apenas no combustível, então vem a armadilha, pois é necessário ter a consciência sobre todas as despesas que um veiculo gera, como por exemplo, as prestações, seguro, combustível, manutenção, IPVA, licenciamento, higienização e por mais que não gostemos de pensar nisso e por certo devemos evitar, as multas.

Por tanto, é de cada um a opção de ter ou não um carro, mas é importante levar em conta sua posição financeira atual, seja para decidir se terá ou não um carro ou se conseguirá ou não mantê-lo, às vezes optar por um carro mais em conta como os mais antigos pode ser uma solução.

Lembrando sempre que carros com rastreamento são menos visados para assaltos.