Advogado-robô ajuda pessoas sem teto a conseguirem uma casa

Contratar um advogado está longe de ser uma possibilidade para pessoas em vulnerabilidade social. Quem acaba de perder sua casa para uma reintegração de posse ou despejo não tem cabeça nem recursos para ir atrás dos seus direitos na Justiça. Mas e se tudo isso pudesse ser feito automaticamente e de graça?

Essa é a proposta do empresário inglês Joshua Browder. Com apenas 20 anos, ele é o fundador do chatbot – um robô como a Siri, da Apple – de assistência jurídica, oDoNotPay.

O site ficou famoso por auxiliar as pessoas a apelarem automaticamente contra multas de trânsito em Nova York e Londres – e o cálculo é que, no total, isso tenha levado a uma economia de US$ 4 milhões.

Através do site, Browder começou a receber mensagens de pessoas com problemas de moradia. Uma mulher no Reino Unido disse que tinha medo de receber alta do hospital onde estava passando por um tratamento, porque estava prestes a ser despejada do seu apartamento.

No país, as pessoas que acabam de perder suas casas têm direito a auxílio-moradia e podem entrar em uma lista de espera para conseguir morar em complexos residenciais do governo.

O problema é que o processo é burocrático e confuso – sem conseguir bancar um advogado, as pessoas acabam desistindo.

Por causa deste email, Browder programou o DoNotPay para auxiliar com casos de despejo e reintegração de posse. O usuário se registra, responde a perguntas sobre o seu caso e o robô gera automaticamente o documento necessário para que eles peçam seus benefícios.

Se for necessário, ele também é capaz de tirar dúvidas via chat. E o programa é bastante inteligente: ele é capaz de reorganizar a carta de acordo com os pontos mais vulneráveis de cada caso – se a pessoa tiver um problema de saúde física ou mental, por exemplo, esse se torna o foco do documento, otimizando a chance do pedido ser atendido pelo governo.

Auxiliar pessoas que perderam seu teto recentemente é só uma das funções da ferramenta, que além das multas, também ajuda passageiros de avião que sofreram com atrasos.

O site oferece um formulário, o cliente diz que serviço precisa e conta um pouco sobre o caso – seja a multa, seja o vôo. Logo depois, o robô avisa se o usuário é elegível para apelar contra a multa ou receber uma compensação da companhia aérea.

O DoNotPay ainda gera o documento para o apelo automaticamente, com todas as informações necessárias.

Por último, o site ainda ajuda pacientes com HIV. Em alguns estados americanos e britânicos, eles precisam provar que seus parceiros sexuais sabem da doença, ou podem ser processados e presos.

O DoNotPay envia um comunicado via SMS a esse parceiro para que ele confirme que sabe do HIV e esse certificado é enviado para uma central de dados anônima.

Escritórios de advocacia já fizeram propostas de parcerias para usar a plataforma no seu trabalho e para adquirir clientes. É o contrário do que Browder deseja: ele não quer trabalhar com advogados e sim substituí-los.

Automatizando essas tarefas pequenas e burocráticas, o estudante de Stanford espera conseguir substituir o que ele chama de “25 mil exploradores” – sem cobrar honorários.

Fonte: Exame Tecnologia

 

Airbus quer trazer táxis voadores autônomos para centros urbanos em 2021

Enquanto empresas como Google, Tesla e Ford se concentram na fabricação de carros autônomos, a Airbus está pensando de forma mais revolucionária. A companhia, conhecida por seus aviões, pretende trazer a centros urbanos uma frota de táxis voadores até o ano de 2021.
A companhia pretende iniciar os testes de seus primeiros protótipos a partir de 2017 em sua subdivisão A3, localizada no Vale do Silício. A empresa está construindo uma plataforma de veículo autônomo voador conhecida como Vahana, cujo objetivo é transportar passageiros individuais e cargas — o que a torna um concorrente direto dos drones da Amazon.
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Segundo o líder de projeto Rodin Lyasoff, criar um protótipo funcional já no próximo ano é algo viável, visto que a maioria das tecnologias necessárias “já estão no caminho necessário”. Um dos maiores desafios enfrentados pelo time de desenvolvedores é criar um sistema capaz de detectar e evitar objetos que seja otimizado para o ambiente aéreo.

Os novos veículos podem transportar tanto cargas quanto pessoas

 

Lyasoff acredita que há demanda suficiente para que vejamos frotas de milhões de aeronaves do tipo voando pelos céus das grandes cidades. Para que isso seja possível, no entanto, a companhia vai ter que convencer algum país a permitir que testes com o veículo sejam realizados — algo que pode se provar bastante perigoso.
O objetivo a longo prazo do Vahana é abrir caminho para a criação de veículos autônomos que transportem passageiros dentro de um sistema batizado como “CityAirbus” pela Airbus. Seria possível agendar assentos através de smartphones, sendo que a maioria das viagens seria compartilhada com outras pessoas para reduzir os custos do transporte e tornar essa opção uma alternativa viável aos meios de transporte coletivos de que dispomos atualmente.
FONTE(S)TECHCRUNCH/DARREL ETHERINGTON
Via @tecmundo

Mercedes-Benz lidera as vendas de caminhões para o transporte de cargas frigorificadas em 2016

Com o emplacamento de 1.023 caminhões de janeiro a julho deste ano, a Mercedes-Benz é líder de vendas para o segmento de cargas frigorificadas no País. Entre os modelos mais solicitados pelos clientes destacam-se as versões 6×2 dos semipesados Atego e dos extrapesados Axor, juntamente com o caminhão leve Accelo.

“Esse sucesso de vendas é mais uma clara demonstração do reconhecimento dos clientes ao compromisso da Mercedes-Benz em ouvir o que as estradas têm a nos dizer e oferecer soluções cada vez mais eficientes e rentáveis para as demandas de todas as atividades de transporte”, afirma Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing & Peças e Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.

De acordo com o executivo, o transporte de frigorificados vem crescendo e se especializando cada vez mais no Brasil. “Além de cargas tradicionais, como carnes e lácteos, nota-se uma diversidade muito maior de produtos e uma logística mais sofisticada, o que demanda diversos tipos de veículos para interligação entre as fábricas, centros de distribuição, centrais de abastecimento e inúmeros pontos de venda”, diz Leoncini. “Nesse aspecto, o amplo e abrangente portfólio torna-se um diferencial competitivo da Mercedes-Benz, que tem o produto certo para todas as necessidades dos clientes, independentemente dos locais de operação, características do veículo e capacidade de carga. Seja qual for o requisito dos clientes, temos o caminhão certo para atendê-los”.

Caminhões Mercedes-Benz têm a preferência do setor de frigorificados

Os 1.023 caminhões da marca emplacados neste ano foram vendidos a transportadoras que atendem às maiores empresas de alimentação do Brasil, como BRF e JBS. “Para nossa satisfação, neste ano, a Mercedes-Benz é a marca de caminhão homologada e recomendada pela BRF a seus fornecedores de transporte, devido a atributos, como preço, desempenho, baixo custo operacional, valor agregado e atendimento pós-venda”, informa Leoncini. “Um comitê das empresas transportadoras também validou essa decisão, o que atesta que estamos no caminho certo ao oferecer produtos eficientes, produtivos e rentáveis, daí o sucesso de vendas para o setor”.

No segmento de frigorificados, como em todas as atividades do transporte, os caminhões Mercedes-Benz são reconhecidos pela força, robustez, resistência, reduzido consumo de combustível, baixo custo operacional, disponibilidade para o trabalho e elevado nível de conforto para o motorista. Como resultado, os modelos da marca proporcionam excelente custo/benefício e produtividade para as atividades de transporte e logística, tanto na cidade, quanto na estrada e em operações fora de estrada, assegurando rentabilidade para seus negócios.

Os clientes da marca contam ainda com a mais completa linha de produtos e serviços de pré e de pós-venda, como as atrativas alternativas de aquisição de veículos oferecidas pelo Banco Mercedes-Benz, Consórcio Mercedes-Benz e unidade de seminovos SelecTrucks. Entre os itens do portfólio da marca, destacam-se ainda três linhas de peças de reposição (genuínas, Alliance e RENOV), contratos de manutenção, assistência 24 horas, lubrificantes da própria marca e cartão de consumo de combustíveis, peças e serviços.

Fonte: Blog do Caminhoneiro

China constrói e testa ônibus que passa por cima dos carros

A China começou a testar o TEB, um novo conceito de ônibus (que funciona mais como um bonde, na verdade) que passa por cima dos veículos nas ruas. O TEB (Transit Elevated Bus), anunciado em maio, começou a dar as primeiras voltas nesta terça-feira, na cidade de Qinhuangdao, na província de Hebei.

BEIJING, CHINA - MAY 20: (CHINA OUT) A scale model of a Transit Elevated Bus (TEB) runs on sand table during the ongoing 19th China Beijing International High-tech Expo (CHITEC) on May 20, 2016 in Beijing, China. The TEB is driven by electricity and runs on a set of fixed rails embedded on the road, with an operating speed reaching 40 kilometers an hour. It's designed to carry 1,200-1400 passengers at a time and other cars on the road can pass underneath it. The cost of construction of the TEB is less than one fifth of an equivalent subway, and can be finished within one year. The first tests of the TEB bus are scheduled to start in August in Qinhuangdao City, north China's Hebei Province.

Os testes foram satisfatórios, mesmo com o temor sobre a segurança de colocar um veículo do tipo nas ruas, que passa por cima dos carros como se fosse um túnel móvel se deslocando sobre trilhos. Por se tratar de um primeiro teste controlado, muitas questões sobre segurança ainda estão sem resposta.

As imagens mostram o interior do TEB muito espaçoso para até 300 passageiros, com cerca de 20 metros de comprimento, com mais de 7 metros de largura. O veículo tem um total de quase 5 metros de altura, com 2 metros para os carros passarem por baixo; desnecessário dizer que caminhões não conseguirão passar pelo vão.

A China é o país mais populoso do mundo, conhecida pelos grandes congestionamentos em suas principais cidades como Pequim e Xangai. O TEB foi concebido ainda em 2010 para ajudar a combater o problema dos engarrafamentos e maximizar o espaço viário limitado, e a ideia foi desenterrada neste ano.

Em um cenário ideal, o TEB vai aliviar o congestionamento do tráfego da China, impulsionar o sistema de transporte público e reduzir a poluição.

Fonte: Olhar Digital

Aluguel de bicicletas inteligente.

A Nextbike está usando a tecnologia RFID NFC para gerenciar a locação e a devolução de bicicletas em locais públicos

A Nextbike, que oferece o serviço de bicicletas para aluguel em Leipzig, na Alemanha, está utilizando a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID), especificamente a Near Field Communication (NFC), para identificar tanto as bicicletas como os usuários autorizados. Com etiquetas embutidas, a empresa pode confirmar que uma bicicleta é autêntica e também que foi devolvida dentro do tempo determinado, explica Sebastian Schlebusch, diretor de desenvolvimento de negócios da Nextbike.
A Nextbike foi criada em 2005 com 20 bicicletas e agora tem mais de 30.000 em todo o mundo. Inicialmente, os clientes tinham de chamar um hotline para receber um código de desbloqueio da estação onde as bicicletas eram armazenadas.

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Atualmente, o sistema de aluguel de bicicletas da Nextbike inclui terminais de pagamento automático para os usuários alugarem uma bicicleta por um aplicativo para smartphones com tecnologia NFC ou para usarem smart card RFID de alta frequência (HF) com 13.56 MHz para autorizar o uso de uma bicicleta. Os ciclistas também podem efetuar login no sistema Nextbike por um celular, introduzindo um PIN em uma estação. Quando um cliente está autorizado, a tecnologia libera o bloqueio de uma bicicleta na doca.
Em 2011, a empresa procurou a Smart-TEC para obter uma tag RFID que proporcionasse identificação única para cada bicicleta. A Smart-TEC é especializada em tags personalizadas, diz Klaus Dargahi, diretor da empresa. Neste caso, explica, o desafio foi criar uma etiqueta que se encaixasse numa placa de metal no garfo dianteiro de cada bicicleta, impedindo assim que a tag fosse danificada ou raspada.

A Smart-TEC usa uma tag NFC RFID em epóxi resistente. A firma também sintoniza a etiqueta, explica Dargahi, para transmitir dados adequadamente a partir da sua posição, mesmo estando rodeada pela estrutura de metal. A Nextbike cola as tags no adaptador de acoplamento de cada bicicleta e também incorporou um Elatec TWN4 Mifare NFC em cada um dos seus SmartDocks.